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Edge e data centers regionais: por que a descentralização é o futuro da conectividade no Brasil

Edge e data centers regionais: por que a descentralização é o futuro da conectividade no Brasil

Respostas instantâneas e conectividade de qualidade — essas são as novas exigências do mercado digital impulsionado por tecnologias como 5G, Internet das Coisas (IoT) e Inteligência Artificial (IA). A expansão da infraestrutura para fora dos grandes centros e a necessidade de deixar essa infraestrutura mais próxima do usuário colocam o edge computing e os data centers regionais no centro das estratégias das empresas de Telecomunicações.

A força da descentralização na era do edge computing

Tradicionalmente, os grandes data centers do país estão concentrados em regiões como São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza. Aplicações críticas, como carros conectados, telemedicina, videomonitoramento e automação industrial, exigem baixa latência e alta disponibilidade — algo que só é possível quando o processamento ocorre próximo ao ponto de uso.

O mercado brasileiro de data centers e o impulso do Redata

Segundo o Ministério da Fazenda, apenas 40% dos dados brasileiros são processados dentro do país. Para mudar esse cenário, o governo federal lançou, em setembro de 2025, o Regime Especial de Tributação para Serviços de Data Center no Brasil (Redata).

Incentivos fiscais

O programa concede isenção de PIS/Pasep, Cofins, IPI e imposto de importação para aquisição de equipamentos de TIC usados na implantação, ampliação e manutenção de data centers.

Foco na sustentabilidade

O Redata estabelece critérios rigorosos de sustentabilidade, exigindo o uso de energia renovável ou limpa e padrões de eficiência hídrica nos projetos contemplados.

Descentralização regional

A política prevê condições mais favoráveis para investimentos nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Com R$ 5,2 bilhões previstos no PLOA 2026 e expectativa de R$ 2 trilhões em investimentos na próxima década.

A contribuição da Eletronet para o novo cenário

Com 17 mil quilômetros de rede óptica, mais de 170 POPs e 18 data centers interligados, a Eletronet atua como um dos principais facilitadores da infraestrutura descentralizada no país. Sua rede 100% em OPGW garante resiliência, segurança e baixa latência.

Com projetos como o Anel Américas, que conecta São Paulo, Nova York, Miami e Fortaleza, a Eletronet também fortalece o trânsito IP internacional, aproximando o Brasil das principais rotas globais de dados.

Descentralizar para crescer

A ascensão do edge computing e dos data centers regionais marca uma nova fase para o setor de telecomunicações. Com parcerias estratégicas, presença internacional e compromisso com a inovação, a Eletronet oferece aos provedores e operadoras uma base sólida para crescer.

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